Participants on an IPGRI-sponsored training course in Latin America. © David Williams, IPGRI

Programa de Conservación y Utilización de Recursos Fitogenéticos

Versión 2.1

1. Introdução
1.1 Biodiversidade:
o que é e porque necessitamos dela
estabelecimento de prioridades: plantas úteis/plantas cultivadas vs. biodiversidade global das plantas

1.2 Origem da agricultura, domesticação e centros de origem e diversidade das plantas cultivadas
> 1.3 Bases de Genética
> 1.4 Diversidade genética e o conceito de disponibilidade génica (genepool)
> 1.5 Erosão genética
> 1.6 Necessidade de estratégias complementares de conservação
> 1.7 Populações humanas locais e conservação
> 1.8 Programas nacionais para a conservação de Recursos Genéticos Vegetais (RGV) (estrutura, organização, organização em rede)
> 1.9 Programas regionais e internacionais (sistemas multilaterais)
1.10 Redes por culturas
1.11 Consciencialização da opinião pública

2. Temas de natureza Global e Política
2.1 História do movimento dos RGV
2.2 A Comissão da FAO para os RGV
2.3 As colecções do CGIAR
2.4 Direitos sobre a Propriedade Intelectual
2.5 Acesso ao germoplasma
2.6 Actividades de nível básico
2.7 UNCED e a Convenção sobre a Diversidade Biológica
2.8 Temas Biotecnológicos
2.9 Privatização da investigação agrícola e as suas consequências na conservação dos RGV

3. Informação 3.1 Fontes de informação sobre RGV
i.e. onde procurar e o quê
3.1.1 Trabalhos de referência
3.1.2 Literatura principal - jornais
3.1.3 Fontes secundárias - publicações periódicas de resumos e de referências, bases de dados, "World Wide Web" - como procurar a literatura
> 3.1.4 Como manter-se actualizado /informação permanente
> 3.1.5 Como obter a literatura - i.e. de forma mais económica
> 3.2 Organizações a trabalhar em RGV

4. Documentação
Incluindo:
4.1 Conceitos gerais

  • normas, códigos de referência ...
  • precisão/rigôr
  • meios de informação
  • intercâmbio

4.2 Delineamento de sistemas de documentação

5. Prospecção da diversidade das plantas com vista à sua conservação
5.1 Diversidade genética dos RGV
5.1.1 Origens da agricultura, domesticação
5.1.2 Variabilidade genética
5.1.2.1 Sistemas genéticos
5.1.2.1.1 Método de fecundação
5.1.2.1.2 Modo de polinização
5.1.2.2 Mutação génica, recombinação, selecção, evolução da composição genotípica
> 5.1.2.3 O conceito de disponibilidade génica (genepool)
5.1.3 Distribuição da diversidade genética
Incluindo
5.1.3.1 centros de origem e de diversidade das plantas cultivadas
5.1.3.2 efeito dos factores físicos/ecológicos/sociais ...
5.1.4 Indicadores da diversidade
5.1.4.1 Caracterização morfológica /fisiológica
5.1.4.2 Caracterização bioquímica/molecular
5.1.4.3 Caracterização e avaliação pelo agricultor
5.1.5 Avaliação do perigo de erosão genética
5.1.5.1 As causas da erosão genética
5.1.5.2 Quantificação da ameaça
5.1.5.3 Sistemas globais de reconhecimento

5.2 Missões ecogeográficas
5.2.1 Planeamento
> 5.2.2 Colheita de dados ecogeográficos
Incluindo ainda o seguinte:
5.2.2.1 Estudos preliminares de campo
5.2.2.2 Meios auxiliares de identificação
5.2.3 Análise de dados ecogeográficos
5.2.4 Resultados de missões ecogeográficas
5.3 Desenvolvimento de uma estratégia complementar de conservação
5.3.1 Avaliação da necessidade de medidas de conservação
5.3.1.1 Erosão genética
5.3.1.2 Utilização do germoplasma
5.3.1.3 Complementação das colecções
5.3.1.4 Investigação
> 5.3.2 Opções
> 5.3.3 Vantagens e inconvenientes de diferentes opções

6. Conservação in situ
6.1 Conservação no agricultor
6.2 Conservação in situ de espécies selvagens
6.3 Reconhecimento da diversidade conservada
6.4 Gestão da diversidade genética conservada
6.5 Gestão de dados (incluindo toda a informação em memória)
> 6.6 Participação local na conservação in situ

7. Conservação ex situ
7.1 Colecções ex situ: uma visão global

  • tipos
  • Temas sobre estabilidade genética
  • Temas sobre gest;ão geral (incluindo dados)

7.2 Conservação de sementes
7.2.1 Noções sobre conservação de sementes (ortodoxas vs. recalcitrantes, etc.)
> 7.2.2 Normas para diferentes tipos de Bancos de Germoplasma (base, activo, etc.)
7.2.3 Projecto de Bancos de Germoplasma
7.2.4 Estabilidade genética
7.2.5 Gestão de colecções

7.3 Colecções de campo
7.3.1 Noções gerais (delineamento, repetição, etc.)
> 7.3.2 Gestão sustentável
7.3.3 Culturas de tubérculos radiculares e caulinares
7.3.4 Espécies lenhosas (incluindo coqueiro)
7.3.5 Arboreta e Jardins Botânicos

7.4 Conservação in vitro
7.4.1 Noções gerais
7.4.2 Cultura de tecidos (crescimento lento)
7.4.3 Criopreservação
7.4.4 Estabilidade genética
7.4.5 Gestão de colecções

7.5 Conservação de outro tipo de material
7.5.1 Pólen/óvulos
7.5.2 ADN

8. Colheita
8.1 Aspectos básicos/teoria
8.1.1 Introdução à colheita
8.1.1.1 Razões para colher
8.1.1.1.1 Colheita de emergência
8.1.1.1.2 Para uso imediato
8.1.1.1.3 Complementação de colecções para utilização futura
> 8.1.1.1.4 Investigação
8.1.1.1.5 Aproveitamento de oportunidades
8.1.1.2 Tipos de missões de colheita
8.1.1.2.1 Multi-espécies vs. espécies específicas
8.1.1.2.2 Espécies selvagens vs. plantas cultivadas
8.1.1.2.3 Visita única vs múltiplas visitas
8.1.1.3 Colheita centralizada vs. colheita descentralizada
8.1.1.4 Perigos da colheita (introduções, sanidade, perigos de colheita excessiva)
8.1.1.5 Exigências para o sucesso de uma missão
8.1.2 Temas legais e o Código de Conduta da FAO
8.1.2.1 Direitos do obtentor
8.1.2.2 Direitos de "patente"
8.1.2.3 Sistema Global da FAO
8.1.2.4 UNCED
> 8.1.2.5 Código de Conduta da FAO
> 8.1.2.6 Outra legislação
8.1.3 Abordagem integrada das missões de colheita com a participação das populações locais e seus conhecimentos
8.1.4 Estratégias de amostragem
8.1.4.1 Teoria e prática
8.1.4.2 Estratégias para plantas selvagens

8.2 Aspectos práticos
8.2.1 Planeamento de missões de colheita
8.2.1.1 Autorizações e requisitos legais
8.2.1.2 A equipa de colheita
8.2.1.3 Transporte
8.2.1.4 Itinerário
> 8.2.1.5 Duração
> 8.2.1.6 Equipamento
8.2.1.7 A proposta de colheita
8.2.2 Documentação de dados no campo
8.2.3 Manuseamento do material no campo
8.2.3.1 Sementes
> 8.2.3.2 Material vegetativo
> 8.2.3.2.1 Tubérculos radiculares e caulinares
> 8.2.3.2.2 Gramíneas e leguminosas
> 8.2.3.2.3 in vitro
8.2.3.3 Pólen
8.2.3.4 ?Microrganismos
8.2.3.5 ?Especimenes de herbário
8.2.4 Tratamento do material colhido
8.2.5 Elaboração do relatório de colheita

9. Regeneração de amostras
9.1 Teoria: princípios genéticos da regeneração (incluindo estabilidade)
9.2 Prática: métodos, frequência, números, locais
9.3 Normas/linhas de orientação
9.4 Regeneração pelos agricultores
9.5 Gestão de dados

10. Caracterização & Avaliação

10.1 Medindo a variação genética (incluindo listas de descritores)
10.1.1 Caracteres morfológicos/fisiológicos
10.1.2 caracteres citológicos
10.1.3 Marcadores bioquímicos (isoenzimas)
10.1.4 Métodos moleculares (RAPDs, RFLPs, SSRs, AFLPs etc.)
10.1.5 Caracterização e avaliação pelos agricultores
> 10.2 Análise de dados (introdução à estatística genética e índices de diversidade)
10.3 Gestão de dados
10.3.1 Delineamento e desenvolvimento de Bases de Dados
10.3.2 Publicação de resultados, catálogos

11. Utilização de germoplasma
11.1 Tipo de utilizações e de utilizadores (importância da sustentabilidade)
11.1.1 Investigação
11.1.2 Introdução de plantas
11.1.3 Selecção
> 11.1.4 Enriquecimento
> 11.1.5 Melhoramento (diferentes tipos, incluindo melhoramento descentralizado)
11.1.6 Utilização pelas populações locais (etnobotânica, florestas comunitárias, melhoramento pelo agricultor, reintrodução etc.)

11.2 Estrangulamentos à utilização e como superá-los
11.2.1 Informação sobre colecções
11.2.2 Colecções núcleo
11.2.3 Aspectos fitosanitários
11.2.4 Tamanho das amostras
11.2.5 Restrições políticas ao acesso e intercâmbio

12. Fitosanidade do germoplasma e segurança nas transferências
12.1 Transferência do germoplasma
12.2 Linhas de orientação para transferência de germoplasma
12.3 Serviços de quarentena
12.4 Despistagem de pragas/doenças

13. Florestas
13.1 Diversidade genética
13.1.1 Extensão e distribuição
13.1.2 Variação genética
13.1.3 Erosão genética
13.2 Conservação e gestão
13.3 Utilização e enriquecimento
13.4 Recursos florestais e o ambiente
13.5 Imperativos/cooperação a nível global

14. Casos exemplares de estudo
Casos exemplares de estudo de como as seguintes dicotomias afectam os diferentes aspectos da conservação a partir do momento da colheita.
14.1 Espécies selvagens vs. espécies cultivadas
14.2 Semente vs. vegetativo
14.3 Ortodoxo vs. recalcitrante
14.4 Alogâmico vs. Autogâmico
14.5 Anual vs. perene
> 14.6 Recursos disponíveis (humanos, físicos)
> 14.7 Considerações climáticas
> 14.8 Tipos de organização de programas de RGV

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